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Out of joint: the story of ASR
 
Statistical analysis of arthroplasty data. I - Introduction and background
 
Statistical analysis of arthroplasty data. II - Guidelines
 
Manual para o Desenvolvimento e Operacionalidade de um Registo
 
Manual para a Qualidade das Séries de Dados no Tratamento de Resultados
 
O Registo de Artroplastias da Anca de Genebra
 
Qualidade das Publicações no que Concerne ao Resultado da Taxa de Revisão Após Artroplastia
Mensagem do Presidente da Comissão

O Registo Português de Artroplastias (RPA) foi criado pela Sociedade Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia (SPOT). O início oficial dos registos deu-se em 1 de junho de 2009.

A patologia do foro de Ortopedia e Traumatologia, com o aumento da esperança média de vida da população, tem vindo a aumentar, sendo previsível que o número de doentes para tratamento de patologia destas áreas aumente significativamente.

A substituição artroplástica de uma articulação é um procedimento cirúrgico muito gratificante, que se traduz em ganhos significativos de funcionalidade e de qualidade de vida. Estes resultados são praticamente imediatos, mas a manutenção destes objetivos a médio e longo prazo só pode ser confirmado se existirem registos de qualidade e independentes. É nesta área que os Registos de um modo geral e o Registo Português de Artroplastias em particular desempenham um papel fundamental, pois são independentes, não tendo quaisquer outros objetivos que não a divulgação de dados relativos aos implantes utilizados.

Não poderemos deixar de estar atentos à realidade económica do nosso país, pois as restrições orçamentais decorrentes da crise financeira, económica e social, poderão condicionar as nossas escolhas em termos de opções terapêuticas.

A leitura dos registos poderá e deverá traduzir-se em ensinamentos que nos poderão levar à escolha dos implantes mais adequados para os nossos doentes.

Os dados colhidos dão-nos indicações acerca da qualidade, longevidade e complicações associadas a determinados implantes.

Esperamos contar com todos os Ortopedistas para que possamos atingir uma maior taxa de registo, continuando a contar com os que registam todas as suas artroplastias e com aqueles que ainda não as registam ou que o fazem esporadicamente.
 

 


Newsletter Agosto 2014
 

2º Relatório Anual
 
Caso METAL - METAL
 

Declaração de consenso EFORT / EHS
     
Declaração da Comissão Europeia sobre PTA
 

 

Memorando FDA / ICOR sobre Implantes MoM
     
Comissão Cientifica da CE sobre Emergentes e Recém Identificados Riscos de Saúde (SCENIHR)
(pedido de opinião científica sobre a segurança do MoM)
O Registo Português de Artroplastias (RPA) é uma base de dados com o foco da informação centrado nos implantes utilizados para repor a funcionalidade duma articulação, e destinada a monitorizar o seu desempenho ao longo dos anos.

Funciona armazenando informação sobre todas as Próteses que são implantadas: que tipo, marca, modelo e fabricante; em que doentes, com que tipo de doenças e em que condições; por qual equipa cirúrgica e com que técnica; em qual Hospital. Do mesmo modo são registadas todas as Revisões em que é necessário substituir a prótese no seu todo ou em parte (ou mesmo simples Reoperações em que se não remove qualquer componente): o que é que foi feito e/ou removido e porquê; como se encontrava o implante removido e em que condições estava a articulação donde foi removido; que tipo de intervenção foi realizada ao doente, em que condições físicas se encontrava; que novos materiais lhe foram reimplantados.

E tudo duma forma perfeitamente anónima, sem recolher qualquer elemento identificativo. Quem tratar electronicamente os dados não terá nunca a possibilidade de os relacionar com quer que seja.

Servirá fundamentalmente para identificar as próteses com melhor desempenho, e a melhor técnica cirúrgica e quais as que mais falham e porquê, constituindo quanto a este aspecto um eficaz sistema de alerta precoce.

Sendo assim o primeiro beneficiário do Registo será em primeiro lugar e acima de tudo, o próprio doente que irá ver melhorada a Qualidade do tratamento, na medida em que o cirurgião naturalmente se orientará para as próteses com evidência de melhor desempenho e para a técnica cirúrgica que provar ser mais eficaz ou adequada.

Acessoriamente porém todos poderão beneficiar.

A começar pelo próprio cirurgião que passará a dispor duma poderosa ferramenta de investigação clínica para os seus trabalhos científicos e apresentações.

Do mesmo modo os responsáveis e Directores de Serviço passarão a saber com exactidão o que faz, como faz, quem faz e quanto faz o Serviço que dirige.

Por sua vez as Administrações Hospitalares passarão a poder dispor de mais uma ferramenta de gestão, e as Autoridades de Saúde um instrumento de controlo estatístico que poderão fazer cruzar com a informação que já dispõem de outras fontes.

A própria Indústria de Dispositivos Médicos que fabrica, distribui e comercializa estes implantes ortopédicos passará a dispor de informação fidedigna sobre a sua real penetração e quota de mercado, facilitando a definição das suas estratégias comerciais.

Finalmente passaremos neste campo a aceder a “números” credíveis e deixar de ter de nos socorrer de estatísticas alheias “adaptadas” ou refugiar em estimativas mais ou menos fantasiosas: quantas Próteses da Anca se fazem por ano? e quantas Próteses do Joelho?. Qual a taxa de revisão destas próteses? E qual a taxa de luxação ou de infecção?. Qual a sua sobrevida média? .

Estas são também algumas das interrogações a que poderemos dar resposta.
 
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